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Tiago Monte

Criciúma

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Fotos: Lucas Colombo/DN

Na análise pós-jogo, o técnico Luiz Carlos Winck disse acreditar que o Criciúma ainda não está pronto para entrar no G-4 da Série B e a situação gera uma ansiedade generalizada. “A gente tem lutado, trabalhado bastante para chegar no G-4. Eu sempre falo que precisamos ter paciência com isso porque muitas vezes criamos uma ansiedade muito grande em todos: no grupo, no clube e principalmente no torcedor, mas talvez a gente não esteja preparado para entrar ali”, explicou.

O Comandante Tricolor acredita que o time estava melhor quando levou o segundo gol e elogiou a postura da torcida no estádio. “Aconteceu de novo uma derrota, em um momento errado, nós tínhamos o jogo sob controle naquele momento e estávamos mais para fazer o segundo gol do que sofrer e isso nos traz uma tristeza grande porque o torcedor nos apoiou. Hoje, eles tiveram calma, paciência, nos ajudou bastante, então, é pedir desculpa e dizer que nós erramos em dois lances e demos a vitória para o adversário”, enfatizou.

Winck destaca que a hora é de trabalhar. “Nós tínhamos uma ideia de time no inicio uma ideia de equipe, mas começamos a oscilar e alguns jogadores tiveram queda por desgaste e vem o fator psicológico também. Nós estamos tendo dificuldades: tem horas que faz bons jogos e depois cai de novo. Então, é tentar ajustar. É trabalho, não adianta outra coisa. É silêncio e trabalho, não adianta querer falar, achar soluções mirabolantes, que nós não vamos achar, nós temos que continuar trabalhando”, disse.

Ele não descarta a chegada ao G-4 e o acesso para a Série A de 2018.“Eu falei para eles depois do jogo: vocês conseguiram tirar o Criciúma de zero ponto para 34, então, se nós conseguimos fazer isso, da para a gente continuar pensando em fazer coisas maiores dentro da competição. Nós éramos terceiro no Returno e a derrota veio no momento errado e, para mim, quando estávamos melhor em campo”, finalizou.

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