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Tiago Monte

Criciúma

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Não foi uma grande exibição do Criciúma diante do Goiás e o técnico Luiz Carlos Winck admitiu que o time não esteve bem, principalmente no primeiro tempo. Entretanto, o comandante tricolor valorizou a força dos jogadores, a importância dos três pontos e o desgaste da maratona de jogos. “Valeu mais pela questão dos três pontos. Nós enfrentamos uma equipe de qualidade, com salários bem superiores aos nossos. Não fizemos um bom primeiro tempo, tivemos muitos erros de passes. No intervalo, eu resolvi fazer uma troca e colocar o Pitbull para termos uma jogada em profundidade pelo lado direito com o Maranhão vindo para dentro e aproveitando a bola parada e meia distância. Começamos bem, tivemos a oportunidade e fizemos o gol. Sentimos muito a questão do desgaste. O Jocinei está sentindo a questão de ritmo – muito tempo sem jogar. O Maranhão estava em uma função de trazer e como o meio-campo não respondeu, ele sentiu no primeiro tempo tambem. O Maicon no primeiro tempo não foi tão bem como foi no segundo, onde ele melhorou muito. O Giaretta está muito desgastado e, no final, eu tinha uma troca para quatro: Raphael sentiu a posterior, Giaretta no limite, o Alisson e o Maranhão também. Houve um desgaste muito grande, são muitos jogos. Nesse jogo, já ficamos sem cinco jogadores: três por cartões, um por questão de contrato e um por lesão, o Fabinho. O mais importante nesse jogo foi o empenho e a vitória”, disse.

 

Apresentando muita rouquidão durante a entrevista coletiva, Winck explicou dizendo que a partida exigiu muito dele. “Você participa o tempo todo, instrui o tempo todo, era um jogo complicado porque a equipe deles tem muita qualidade. Eu estava orientando bastante a entrada por fora e por dentro e eles têm qualidade para isso. Nós procuramos suportar dentro do limite que nós tínhamos. Como houve um desgaste muito grande, nós estávamos com dificuldade de segurar a bola na frente, mesmo assim tivemos lances de gol também, mas temos que ressaltar a qualidade do Luiz em lances importantes. É bom ter um goleiro que transmita segurança para a equipe. O coletivo também foi importante. Eu ressalto o empenho do grupo, sabedor do quanto é difícil jogar em casa com a obrigação de vencer. Isso é mais difícil do que jogar fora de casa. Nós conseguimos em cinco jogos, sob o meu comando, quatro vitórias e um empate. É, sim, um rendimento muito bom para jogos em casa”, finalizou.

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