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Tiago Monte

Criciúma

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Há três anos, o Tigre disputava a Série A do Brasileiro e o atacante Silvinho vivia boa fase, porém, justamente diante do Inter, o adversário de sábado, uma lesão no joelho fez o atacante parar de jogar por oito meses. Ao tentar driblar o então volante chileno do Colorado, Aránguiz, a perna do jogador ficou presa no gramado e ele ouviu o estalo na perna. As más lembranças, porém, fazem parte do passado. “Eu lembro como se fosse hoje. É um filme que passa pela minha cabeça. No ano passado, eu já tive a oportunidade de jogar lá, com a Chapecoense, e empatamos. Antes de eu entrar em campo, passou o filme pela minha cabeça já que foi uma lesão grave, mas, hoje, eu me sinto bem, meu joelho tá recuperado, não sinto mais dores, então espero ter o momento de felicidade, a tristeza já passou”, lembrou.

Foto: Lucas Colombo/DN
Foto: Lucas Colombo/DN

Com complicações após a cirurgia, como um principio de infecção, Silvinho usa métodos preventivos até hoje. “Quem me conhece sabe que sou muito ativo, então, minha família ficou doida porque eu não podia jogar. É angustiante, mas hoje em dia eu me cuido bastante: chego cedo aos treinamentos para conversar com o pessoal da fisioterapia e da fisiologia para saber o que tem que ser feito para fortalecer e estou me sentindo muito bem. Agora, espero só coisas boas, sem lesões”, contou.

Após a passagem pelo Joinville, Chapecoense e pelo futebol coreano, o atacante acredita estar na melhor fase, desde a lesão. “Naquela época, o nosso time estava com mais ligações diretas, então, era correria e tentar fazer as jogadas. Hoje, eu consigo vir buscar mais a bola. Quando o time começa a jogar mais para o atleta, é bom: você começa a se destacar mais. Eu venho buscar a bola e os jogadores me entendem, isso é muito bom para mim. Estou muito bem e, a verdade mesmo, é que eu me sinto em casa aqui. O pessoal me da muita confiança e eu só tenho a agradecer e reflete dentro do campo”, contou.

Redução salarial e carinho pelo Tigre

Com propostas financeiras mais vantajosas de outros clubes, Silvinho escolheu o Criciúma após uma conversa com o goleiro Luiz e por se sentir à vontade no clube. A redução salarial não importou ao atacante, que se sente abraçado pelo torcedor. “Quem sabe mesmo disso tudo é o pessoal da diretoria. Eu tive outras oportunidades, quando eu estava para voltar ao Brasil, e alguns clubes me procuraram. Mas, eu conversei com o Luiz, que é um grande amigo, para ver a situação, só que não chegaria perto do que receberia na Coreia e nem perto de outras propostas do Brasil, porém, a última parte que eu estava pensando era no dinheiro. Eu queria voltar para onde eu me sinto feliz e onde o pessoal gosta de mim. Eu baixei bastante meu salário, conversei com o Jaime, e aceitei. O carinho é recíproco: meu e do time”, destacou.

Jogos difíceis longe do Majestoso

Mesmo com grande parte da torcida considerando a partida no Beira Rio a mais difícil do ano, pela Série B, Silvinho não tira os méritos dos demais adversários e considera que todos os jogos fora de casa são complicados. “Eles são um time grande, mas eu acho que, se a gente comparar, todos os jogos fora estão sendo difíceis. Se pegar contra o Juventude: levamos um gol no final do jogo. Contra o Vila Nova, quase ganhamos. Lá em Londrina, vencemos, mas foi muito difícil. Então, todos os jogos fora de casa são difíceis. Acho que, por ser o Internacional, as pessoas e os torcedores falam que vai ser o jogo mais difícil, mas a gente tem que ficar com a cabeça tranquila e tratar como os outros jogos que a gente está fazendo fora de casa. Se nós vencermos, passamos eles na tabela, então, é sair daqui concentrados para tentar os três pontos”, finalizou.

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