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Tiago Monte

Criciúma

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Sob o comando de Deivid, o Criciúma teve o pior desempenho defensivo desde o início da disputa da Série B, em 2015. Foram seis gols sofridos em três jogos, em uma média de duas bolas na rede de Luiz por jogo. Com a mudança da comissão técnica e a chegada de Luiz Carlos Winck, o time mudou da “água para o vinho”. O time levou os mesmos seis gols, porém, em oito jogos. Uma média de 0,75 gols por confronto. O número é o mesmo obtido por Roberto Cavalo, no comando técnico do Criciúma, nas últimas oito partidas na competição em 2015. Caso a equipe não seja vazada diante do Inter, no sábado, às 16h30, em Porto Alegre, o desempenho da defesa, sob orientação de Winck, chegará a incríveis 0,66 gols sofrido por jogo. “O Winck olhou os números e detectou logo o problema: defesa vulnerável. Ele acertou o posicionamento defensivo e foi cirúrgico nos reforços. Édson Borges, Jonatan Lima e Lucão deram a experiência e a qualidade que faltavam”, diz o repórter e narrador da Rádio Eldorado, Jota Eder.

Os próprios jogadores admitem que o Tigre teve uma melhora defensiva muito grande após a chegada de Winck. “Ele é uma pessoa que cobra bastante principalmente no sistema defensivo – do Lucão até lá atrás. A bola está demorando para chegar no meu gol e isso é importante. O time está bem compactado, mas quando somos exigidos, a gente procura estar atentos para passar tranquilidade a eles”, enfatizou o goleiro Luiz.

Analisando apenas o desempenho de Série B, excluindo Catarinense, Copa do Brasil e Primeira Liga, em 2016, Roberto Cavalo não conseguiu manter a média abaixo de um gol sofrido por jogo. Ele comandou a equipe durante toda a Série B e fechou a competição com a defesa vazada, em média, 1,21 por partida.

Antes de Cavalo, em 2015, Petkovic comandou o Tigre, na Série B por 22 jogos e o time sofreu 20 gols: média de 0,90. O primeiro técnico do Criciúma na segunda divisão, há dois anos, foi Moacir Júnior é o número de gols sofridos foi de 10 em seis confrontos: média de 1,66. Luizinho Vieira ainda foi interino em duas partidas de 2015, mas não foi considerado na análise por não ter sido efetivado como treinador.

 

2017 – Luiz Carlos Winck – 6 gols sofridos em 8 jogos. Média: 0,75/jogo

2017 – Deivid – 6 gols sofridos em 3 jogos. Média: 2/jogo

 

2016 – Roberto Cavalo – 46 gols sofridos em 38 jogos. Média:  1,21/jogo – 2015 – 6 gols sofridos em 8 jogos. Média: 0,75/jogo

2015 – Petkovic – 20 gols sofridos em 22 jogos. Média: 0,90/jogo

2015 – Moacir Júnior – 10 gols sofridos em 6 jogos. Média: 1,66/jogo

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