Sesi Escola recebe palestra sobre o rio Criciúma

A palestra faz parte de um projeto que a escola vem realizando e finalizará com a amostra pedagógica no dia 23 de setembro

Foto: Vitor Netto.
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Com o objetivo de incentivar a conscientização do meio ambiente, os alunos do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental II do Sesi Escola tiveram na manhã dessa quinta-feira, 31, um bate papo sobre o rio Criciúma. A palestra serve de apoio de um projeto que eles vêm realizando em sala de aula.

Foto: Vitor Netto

A iniciativa do encontro partiu do Sesi e remete a importância que as crianças tem com o meio ambiente. “Faz parte de um projeto da escola relacionado sobre o rio Criciúma e  tem como foco as possíveis soluções que nós temos para cuidar do rio. Esse é um assunto fora da grade curricular e nosso objetivo que as crianças se envolvam com  assunto”, explica a Supervisora Educacional do Sesi Escola, Fabiana Martinello Paez.

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No encontro estiveram presentes a escritora e geógrafa Rose Maria Adani, a operadora de tratamento de água da Casan, Julia Bongiolo. O engenheiro agrônomo da Famcri, Rodrigo Diomario da Rosa e a presidente da Famcri, Anequésselen Fortunato.

Anequésselen Fortunato, presidente da Famcri – Foto: Vitor Netto.

Rose publicou o livro “Rio Criciúma: o rio que a cidade escondeu”, que trata sobre o processo de apropriação, da história do rio e curiosidades. Esse material é o resultado da tese de doutorado de Rose, que veio para a cidade estudar os meio fluviais da região. Para ela, o assunto deve ser debatido com todos os moradores da cidade. “Tem gente que mora aqui e nem sabe que tem rio. Ele passa por debaixo da cidade e tem um problema ambiental que afeta a todos”.

Foto: Vitor Netto.

Atualmente a Famcri vem fazendo um trabalho de educação ambiental, proteção do meio ambiente e fiscalização do sistema de esgoto da cidade. “É importante e produtivo tratarmos desses assuntos com as crianças, pois elas vão levar o assunto para a casa e para os seus amigos, gerando mais atenção com o rio”, pontua a presidente.

A escritora comenta sobre a falta de registros referente à história do rio. “Fiquei durante seis anos realizando esse trabalho e é um assunto de grande importância. É de relevância estar aqui e transmitir esse assunto para as crianças e mostrar que sim, é possível ter um rio dentro da cidade”, comenta.

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Por: Vitor Netto/Especial DN
Em: Criciúma

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