La Moda completa 31 anos com nova liderança executiva

Dona das marcas Lança Perfume e MyFavoriteThing(s), empresa do Sul do Estado é um dos principais destaques do setor

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Thiago Oliveira

Criciúma

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Uma empresa familiar que nasceu produzindo moda infantil, mas que se transformou em referência nacional e hoje detém marcas que são desejo entre as mulheres. Assim pode ser resumida a La Moda, empresa criada no Sul do Estado para se tornar um case de sucesso em todo o Brasil, e que completou 31 anos.

Dona das marcas Lança Perfume e MyFavoriteThing(s), a La Moda foi fundada em 1986 pelo casal Arcílio e Vera Olivo, e atuou por 20 anos no ramo infantil. Nos anos 2000, com o aumento das importações da Ásia, realizada pelas grandes magazines, o mercado mudou.

Muitos fechariam as portas. Mas para os empresários de Nova Veneza, foi uma possibilidade de explodir. “La em 2004, 2005, ou nós mudávamos, ou encerrávamos as atividades. E em 2006 foi lançada a Lança Perfume. Era um momento que o mercado se abria para roupas com mais exuberância. Por muitos anos sempre se acreditou que a moda brasileira era mais nude, mais calma, que não haveria espaço para uma coisa mais destacada. A gente descobriu que não, que tinha espaço, e assim nasceu a Lança”, destaca o CEO da empresa, Giancarlo Luchetta Bedin.

Preparação ao sucesso

Mesmo dividindo atenção com a La Moda Bambini, em uma coleção, a Lança Perfume já vendia mais que um ano inteiro da marca infantil. E a empresa se preparou para que o sucesso não fosse passageiro, se profissionalizando. “Tem muito case na moda de empresa que nasceu, cresceu e explodiu. Mas quando passou a onda, ela acabou. Nós sabíamos que queríamos ficar. Para isso, construímos os pilares da nossa empresa. A La Moda é dona de um case incrível como a Lança Perfume, mas também construiu esses pilares. E estamos bem felizes com esse resultado”, afirma.

Uma das mudanças recentes da La Moda está na linha de frente. Com a saída da família Olivo da gestão, permanecendo no Conselho, o executivo Giancarlo Luchetta Bedin assumiu o posto de CEO. “Eu vim trabalhar na La Moda em 2011, fui contratado para construir a operação de varejo. Na época, só tínhamos o mercado multimarcas. E neste período que trabalhei com seu Arcílio, dona Vera, com a família, nunca tive qualquer aspecto que limitasse. A visão da família sempre foi de profissionalização, que a gestão levaria a empresa a continuar. Na prática, o momento de troca do presidente foi muito mais simbólico e natural. A família sempre deu liberdade e confiança”, enfatiza.

Confira a matéria completa no Diário de Notícias deste fim de semana

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Em: Criciúma

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