Mudanças na Caixa de Criciúma deve prejudicar investimentos nos municípios

Para buscar reverter reestruturação das gerências de governo e habitação, o Sindicato dos Bancários chamou os deputados do sul para reunião nesta terça-feira

Foto: Divulgação
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O impacto social com as possibilidades de reestruturação nas gerências de governo e habitação da Caixa Econômica Federal de Criciúma irá prejudicar, diretamente, a população e os investimentos nos municípios. O quê preocupa o Sindicato dos Bancários.

Para debater a situação, foram convidados os deputados representantes do sul, Giovana de Sá (PSDB), Jorge Boeira (PP) e Ronaldo Benedet (PMDB) para uma reunião nesta terça-feira, às 9h.

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Prestando serviço em 64 municípios dos sul do estado às gerências devem virar postos de representação. Neste caso, perdem força de trabalho ficando dependentes de Florianópolis e, abrindo espaço para um possível fechamento dos setores no futuro.

“Hoje a gerência de governo com equipe de técnicos, por exemplo, tem autonomia direta com Brasília para resolver os problemas em relação às obras e as verbas liberadas. E, como Postos ficam fragilizados atingindo diretamente as associações dos municípios e o investimento nos programas sociais”, explica o presidente do Sindicato, Edegar Generoso.

Segundo ele, existem aproximadamente 700 contratos e R$ 775 milhões investidos na região. O sindicalista reflete neste problema ainda, a fraca representatividade política quando quase 50% da reestruturação é na região sul: “De 15 gerências no Brasil, sete são somente dos estados do sul e, das sete três são em Santa Catarina: Blumenau, Joinville e Criciúma. Precisamos reverter esta situação junto aos nossos deputados”, pontua Generoso.

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Em: Criciúma

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