Foto: Gentil Francisco
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Giovane Marcelino / Especial
Criciúma

 

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Segue a luta de 170 trabalhadores demitidos da Metalúrgica Milano. Muitos, acampados há 22 dias na sede da empresa, no bairro Santa Luzia, em Criciúma, aguardam um desfecho positivo após perderem seus empregos. Na manhã desta terça-feira, 16, houve mais uma manifestação em frente à empresa, onde trabalhadores pediram uma solução para o caso.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Francisco Pedro dos Santos, membros do sindicato se reúnem com uma empresa de Siderópolis, durante a manhã, para que essa empresa pegue os maquinários da Milano para garantir empregos. “Essa é uma das opções que pedimos, que as máquinas sejam passadas para outra empresa, onde assim, cerca de 70% dos trabalhadores conseguirão manter seus empregos. Então vamos conversar com a empresa para ver a viabilidade disto”, pontuou.

Já às 16h, será feita uma assembléia em frente à empresa Milano para que seja passado a atual situação da empresa. Sem contato com o diretor da empresa, eles esperam uma posição favorável a todos. Segundo Francisco, a empresa já entrou com pedido de recuperação judicial.

Enquanto o problema permanece pendente, um grupo de ex-funcionários se reveza para acampar em frente à empresa, para evitar que os proprietários retirem os equipamentos.

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