Diário de Notícias na final do Prêmio MPT de Jornalismo

No ano passado, os jornalistas do Diário de Notícias, Bruna Borges e Marciano Bortolin, também foram vencedores do Regional Sul do Brasil, sendo os melhores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, na categoria Jornal Impresso

Foto: Lucas Colombo
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Com a reportagem “Vida e morte no subsolo: as sequelas deixadas pela extração de carvão”, os jornalistas do Diário de Notícias, Bruna Borges e Marciano Bortolin, são mais uma vez finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo, categoria webjornalismo. No ano passado, eles foram vencedores do Regional Sul do Brasil, sendo os melhores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, na categoria Jornal Impresso.

A matéria jornalística, publicada no dia 4 de maio, no dnsul.com, concorreu com 422 reportagens de profissionais da imprensa de todo o país, sedo selecionados 34 melhores de cada região. O Diário de Notícias passa agora a competir, automaticamente, na etapa Nacional, Regional Sul e também os prêmios especiais Fraudes Trabalhistas e MPT de Jornalismo.

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Emoção com o resultado

“A emoção de sermos novamente finalistas sempre existe, ainda mais por ser um prêmio nacional. É gratificante poder levar não só o nosso nome e do DN para todo o país, mas sim de toda a nossa região”, diz Bortolin. “É muito importante tanto para nós profissionalmente, quanto para a nossa região, por retratar um pouco da história da exploração do carvão e seus trabalhadores”, complementa Bruna.

Premiação acontece em agosto

Os vencedores serão conhecidos no dia 17 de agosto, em premiação na sede do Ministério Público do Trabalho, em Brasília. Os trabalhos foram selecionados nas oito categorias em disputa: jornal impresso, revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, universitário e repórter cinematográfico.

Periculosidade na mineração

As reportagens que concorrem ao Prêmio MPT de Jornalismo foram escolhidas com base na importância da proteção e defesa dos direitos dos trabalhadores. O especial “Vida e morte no subsolo: as sequelas deixadas pela extração de carvão”, descreve a incidência de acidentes e mortes em minas de carvão no Sul de Santa Catarina. Uma atividade que está entre as de maior periculosidade.

A reportagem, além de mostrar a maior tragédia da mineração brasileira, ocorrida em Urussanga, relata as melhorias no setor, desde então, para a segurança do trabalhador. Foram quase dois meses de apurações para a elaboração da matéria. “Falar sobre a vida dos mineiros, assim como fizemos na série de reportagens do ano passado é mais do que propício. É uma categoria importante, que merece a atenção da nossa imprensa”, diz Bruna Borges.

“Não é novidade que a atividade mineradora é forte e histórica em nossa região. Então, escolhemos o tema devido aos mineradores que sofreram com acidentes nas minas e também sobre a evolução da segurança no subsolo”, explica Marciano Bortolin.

Credibilidade e competência

O diretor geral, Edson da Soler, destaca que estar na final pelo segundo ano consecutivo vem ao encontro do que o DN é planejado: um jornalismo de responsabilidade. “No mundo atual, aumenta mais a responsabilidade de levar a informação ao leitor, principalmente nas mídias digitais. Hoje todo mundo escreve o quê quer. Dentro do jornalismo, feito por jornalistas formados e responsáveis aumenta a credibilidade”. “Torcemos por mais esta conquista, mas se ela não vir só o fato de concorrermos a nível nacional, com mais de 400 veículos de comunicação, já é o prêmio”, acrescenta.

Para a editora chefe do Diário de Notícia, Andresa Piva, a gratificação está no reconhecimento pelo trabalho prestado. “Temos a certeza de que fazemos bem o nosso trabalho, mas ser finalista de um prêmio nacional só vem carimbar o trabalho que é feito com todo o zelo, ética e comprometimento com os nossos leitores”, descreve.

  • Matéria completa na edição impressa desta quinta-feira do Diário de Notícias

Confira a reportagem através deste link.

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Em: Criciúma

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