Dia do Motorista: No volante, a fonte de sustento

O caminhoneiro Ederson Gusti, de 33 anos, é uma das pessoas que têm na estrada uma profissão

Foto: Lucas Colombo/DN
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Criciúma

Passar o dia ao volante, dirigindo pelas estradas da região ou do país não é tarefa fácil. A má conservação das vias, o risco de acidentes e, em muitos casos, a distância da família acabam se tornando verdadeiros obstáculos para tem nisso uma profissão. É o caso do caminhoneiro Ederson Gusti, de 33 anos, natural do Rio Grande do Sul. No ramo há mais de dez anos, ele lida diariamente com as dificuldades de ser um motorista.

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Apesar dos contratempos, ele se orgulha da profissão que escolheu. “Não é muito fácil trabalhar fazendo entrega. Mas a gente gosta de fazer isso. Eu já trabalhei em empresa fechada e até voltaria a trabalhar com isso. Mas ainda prefiro ser motorista, apesar das dificuldades”, destaca.

Profissão de berço

No caso de Ederson, a profissão de motorista veio de berço. “Meu pai sempre trabalhou com caminhão, o meu irmão também. Aí comecei a trabalhar com ele e compramos um caminhão ‘a meia’”, comenta.

Hoje, mais de dez anos depois da primeira viagem, ele continua se orgulhando em ter o volante como profissão. “É bom pegar a estrada, conhecer lugares diferentes”, ressalta.

Dia do Motorista

A data que homenageia quem transformou o volante e as estradas em profissão é celebrada nesta terça-feira, dia 25. O dia também é voltado a São Cristóvão, considerado o padroeiro dos motoristas.

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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