Foto: Angelica Brunatto/DN
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Giovane Marcelino / Especial
Criciúma

Servidores Municipais de Criciúma decidem hoje se paralisam ou continuam os trabalhos. Em estado de greve, eles aguardam uma nova proposta do poder público em reunião marcada para o início da tarde desta segunda-feira. Uma das solicitações é que nenhum direito do trabalhador seja retirado. Após a reunião, uma assembléia será realizada na sede do Siserp às 18h30min.

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De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores, Jucélia Vargas, ela mesmo foi até a Prefeitura conversar com o Prefeito Clésio Salvaro na última semana. “Falamos semana passada, falei rapidamente com o prefeito, explicamos que a greve seria inevitável se a proposta continuasse a mesma. Ele tentou justificar falando das contas da prefeitura e aguardamos hoje a tarde uma nova proposta”, comentou.

Desde a semana passada, as escolas encaminharam bilhetes aos pais explicando o porquê do estado de greve. “Esperamos sentar hoje e resolver. O que mais nos tem preocupado é a retirada de direito”, explicou. Segundo Jucélia, a diminuição de 180 para 120 dias de licença maternidade, diminuição de 80% para 40% de bolsa graduação para os servidores e de 50% para 25% em pós-graduação são alguns dos pontos não aceitos pelos trabalhadores.

Há alguns dias, 700 trabalhadores se reuniram da sede do Siserp, onde 698 aprovaram o estado de greve. Hoje, na nova assembléia, será apresentado o resultado da reunião do início da tarde, onde será decidido o futuro dos trabalhos. “Se manter a mesma proposta, a assembléia de hoje só define a data da greve”, finalizou Jucélia.

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