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Giovane Marcelino / Especial
Criciúma

 
Ouvir, dar uma palavra de conforto e servir como um ombro amigo a quem está passando por um momento difícil. Essas são algumas das missões que o Centro de Valorização à Vida (CVV) leva para diferentes pessoas que procuram atendimento. Fundado em 1962, em São Paulo, a unidade chegou em Criciúma em 2004 e conta na região com atendimentos presenciais e por telefone. Em comemoração aos 13 anos na cidade, um café com a imprensa foi realizado na manhã desta quarta-feira, 1º, na Acic e contou com a presença de voluntários que fazem parte da instituição.

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Uma das peças fundamentais da história do CVV na cidade é o voluntário Alexandre Gaer, que foi o primeiro na região. “É uma satisfação enorme poder fazer parte deste projeto que ajuda tantas pessoas. Nosso começo foi difícil, começamos com uma sala pequena no bairro Michel, onde tivemos que rifar uma bicicleta para poder arcar com os custos da época e estamos até hoje na luta para manter nossos atendimentos”, afirmou.

Com o aniversário da unidade,  novidades foram planejadas pelos voluntários. Entre elas, está a capacitação para novos voluntários, que colaborará para que o atendimento via telefone seja 24h por dia e o Grupo de Apoio aos Sobreviventes de Suicídio (Gass) que será o terceiro grupo no sul do Brasil a tratar do tema, onde se unirá a Novo Hamburgo/RS e Curitiba/PR para debater o assunto em grupos formados em cada cidade. Além disso, encontros com a Rede de Proteção à Vida, Pedágio pela Vida e almoços e jantares beneficentes estarão sendo feitos durante o ano.

Segundo o coordenador de divulgação do CVV de Criciúma, Roberto Caldas, toda ajuda é importante para continuar impulsionando o projeto. “Sobrevivemos de doações e é difícil, mas muda a nossa vida quando descobrimos que mudamos a vida de uma pessoa por conta de um atendimento. É gratificante”, afirmou.

Atendimento nos últimos anos supera 16 mil

Em estatística apresentada no evento, foi confirmado que o CVV realizou 16 mil atendimentos entre os anos de 2014 e 2016 somente no sul catarinense. Neste ano, durante o mês de janeiro, foram 1.325 casos de pessoas que procuraram o serviço para desabafarem.

Como receber ajuda?

Existem diferentes formas de entrar em contato com o CVV. A primeira é o atendimento presencial, que em Criciúma está localizado na rua Pedro Benedet, 46, sala 321, com atendimento das 8h às 17h. A segunda forma é por ligações telefônicas, através do (48) 3439-0222 ou 141. O último modo é pela internet, no www.cvv.org.br onde a conversa é realizada através de um chat.

Como ser voluntário e fazer uma doação?

Para ser voluntário, é necessário ter mais de 18 anos, disponibilidade para realizar plantões de 4 horas por semana e também disponibilidade para o curso de preparação de voluntários, onde a próxima edição será realizada no próximo sábado, 4, na sala 12 do auditório São José, no centro de Criciúma.

Para doar, o interessado poderá fazer um depósito no Banco do Brasil, agência 3226-3 e conta corrente 8256-2. “Qualquer ajuda que vier, nos ajuda a fortalecer o trabalho”, finaliza o presidente do CVV de Criciúma, Paulo José Borges.

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