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Giovane Marcelino / Especial
Criciúma

 

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Após as informações repassadas pelo jornalista Lauro Jardim do Jornal O Globo, de que o dono da JBS fez uma gravação do presidente Michel Temer (PMDB) dando aval para a compra do silêncio do deputado da mesma sigla, Eduardo Cunha, o Brasil segue acompanhando o desfecho desta história que também inclui o ex-governador de Minas Gerais e ex-candidato a presidência da República, Aécio Neves (PSDB). Por conta disto, sindicalistas da região já se mobilizaram desde ontem para um ato contra as reformas e a continuação de Temer no poder. A ação será realizada às 16h de hoje na Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e região, Edegar Generoso, o movimento contra as reformas ganhou força na última noite. “Com este fato surpreendente que foi revelado, enxergamos um forte motivos para que as reformas trabalhistas e da previdência sejam barradas”, comentou em entrevista à Rádio Eldorado.

O ato será realizado 20 dias após a Greve Geral em que centenas de pessoas se mobilizaram contra as reformas. Enquanto isso, a Polícia Federal segue investigando os delatados na última noite pelos empresários da JBS.

Na manhã desta quinta-feira, a irmã e assessoria de Aécio Neves, Andreia Neves, foi presa no Rio de Janeiro. Já o senador, foi afastado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato.

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