Policiais homenageiam agente da Força Nacional

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Angelica Brunatto

Criciúma

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A morte de Hélio Andrade, agente da Força Nacional morto após entrar por engano em uma favela, no Rio de Janeiro, durante os Jogos Olímpicos, comoveu a todo o país. Ontem, forças policiais em diversas cidades realizaram mobilizações. Em Criciúma, representantes das Polícias Civil e Federal, além do Corpo de Bombeiros, da Guarda Municipal e de entidades da Equipe Multi-Institucional reuniram-se no Parque das Nações, onde fizeram um minuto de silêncio. Em seguida, seguiram em carreata pela Avenida Centenário. “É um fato lamentável a morte de um policial em serviço”, salienta o diretor de comunicação do Sindicato dos Policiais Civis, Arilson Nazário.

Conforme o delegado da Polícia Federal, Nelson Napp, esta é a primeira vez que o Brasil decreta luto oficial pela morte de um policial. “Quando existe o problema, todos lembram de nós, policiais. Mas, esquecem do principal, que é educar em casa. Esta é a primeira vez que se decreta luto e tantos outros já morreram em combate”, lamenta.

O objetivo da mobilização foi o de tentar criar uma nova cultura no país em relação ao servidor da segurança pública. “É muito importante este apoio, pois há muitos locais em que a polícia não pode entrar”, expõe o delegado regional Juarez de Souza Medeiros. “Estamos dando um exemplo de cidadão, sendo solidários em prol da morte deste policial, que é extensivo à todos os que já tombaram em combate”, lamenta Almir Fernandes, representante da Equipe Multi-Institucional.

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