Polícia Civil ganha radiocomunicadores

Objetos são adquiridos através de parceria com o Poder Judiciário da Comarca de Criciúma

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Angelica Brunatto

Criciúma

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Uma parceria entre o Poder Judiciário e a Polícia Civil resultou na aquisição de dez aparelhos de radiocomunicação, que serão utilizados em operações da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma. Criptografados, eles garantirão maior segurança aos policiais e impedirão que qualquer conversa seja interceptada por criminosos.

Os aparelhos foram comprados através de recursos provindos do pagamento de multas de processos criminais. De acordo com a juíza responsável pela 2ª Vara da Comarca de Criciúma, Débora Driwin Rieger Zanini, foram investidos R$ 25.680 para a compra dos equipamentos. “Pela lei, estes recursos devem ser aplicados em causas sociais. E nós entendemos que a segurança pública é uma causa, que este dinheiro voltaria para a comunidade”, expõe.

Por opção administrativa, a Polícia Civil não conta com radiocomunicadores em Santa Catarina. Assim, a comunicação entre os policiais é realizada através de celulares. Entretanto, segundo o delegado responsável pela DIC, André Milanese, estes aparelhos não são confiáveis. Em algumas áreas da cidade não há sinal, o que torna a comunicação falha. “Com o rádio, a comunicação é instantânea, rápida, barata e funciona em qualquer localidade”, comenta o delegado.

Sistema diferenciado

No Sul catarinense apenas a DIC de Araranguá possui um sistema semelhante ao que será empregado em Criciúma. Os radiocomunicadores se comunicam entre si e funcionam dentro de um determinado raio. Entretanto, de acordo com o delegado regional Juarez de Souza Medeiros, o governo estuda uma forma de poder implantar novamente os rádios no Estado. Os aparelhos foram desativados, pois necessitavam de torres para funcionar. Ocorre que a licitação para estas torres venceu, e nenhuma outra foi realizada. A intenção é buscar um sistema unificado e que abranja todo o território catarinense.

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