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Marciano Bortolin

Criciúma 

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Visando a segurança no próximo dia 2 de outubro, data em que os eleitores de todo o país vão às urnas para escolher os próximos prefeitos, vices e vereadores, a Juíza Criminal e da 98ª Zona Eleitoral de Criciúma Paula Botke e Silva proferiu palestra para parte dos Policiais Militares que trabalharão durante a eleição. A PM trabalhará em escala especial para garantir a segurança. Segundo o comando da Polícia Militar, ainda não há um número de oficiais que trabalharão porque as escalas ainda estão sendo constituídas. O certo é que PMs de folga também serão chamados para atuar.

Ela destacou as atitudes a serem combatidas durante o domingo. “Falamos sobre a postura que cada um deve ter perante as sessões de votação. Os policiais precisam garantir que os eleitores vão com segurança até as urnas para exercer o direito do voto”, fala a magistrada.

Atitudes combatidas

Entre os atos proibidos, mas que é corriqueiro em dias de pleito, a Juíza salienta a boca de urna que é caracterizada por diversas atitudes. “Propaganda eleitoral e distribuição de material de campanha são algumas das coisas consideradas boca de urna”, explica.

Os eleitores têm o direito de votar munidos de bandeira, adesivo e todo o tipo de material gráfico do candidato preferido, porém é vetada a circulação nas proximidades da sessão de votação, assim como é proibida a permanência de carros de som de algum postulante a algum cargo. “Isso também caracteriza a boca de urna”, fala.

Consequências

Outra ação recorrente em que a Polícia Militar irá dedicar atenção é a venda e compra de votos. “Tanto quem vende como quem compra está cometendo o mesmo crime”, pontua.

Aqueles que forem flagrados praticando as ações proibidas serão encaminhados ao Fórum de Criciúma, onde será decidido, após lavratura de flagrante, se será encaminhado ao presídio ou liberado.

A lei seca das eleições, conforme a magistrada, não será instituída na região. “Esta proibição não se mostrou efetiva, então cabe a cada Juiz decidir se a lei será aplicada. Nos nossos municípios de cobertura decidimos por não efetivar”, completa.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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