“Não me arrependo de nada que fiz”, diz Tati Teixeira

Ex-candidata a vice-prefeita na chapa de Cleiton Salvaro (PSB), diz que queria ter levado a campanha até o fim, mas que não se arrepende e destaca aprendizada adquirido

Foto: Camila Marini/Arquivo/DN
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Marciano Bortolin

Criciúma

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A vereadora Tati Teixeira (PSD) era uma das lideranças mais cobiçadas por diversas composições como candidata a vice-prefeita nas eleições municipais do último dia dois de outubro, ela e o partido optaram por compor chapa com o deputado estadual Cleiton Salvaro (PSB).  A desistência do candidato semanas antes do pleito impossibilitou Tati de concorrer a algum cargo ainda neste ano, porque o prazo para inscrições já haviam se encerrado.

Depois do ocorrido, a vereadora, que completa o segundo mandato em dezembro diz não guardar mágoas ou ressentimentos e que agora o foco é seguir nas atividades como legisladora e agradecer todo o apoio recebido durante o período em que foi candidata a vice-prefeita. “Por mais frustrante que tenha sido, foi um momento importante na minha carreira política”, salienta.

A vereadora chegou a ser especulada como candidata a vice de Márcio Búrigo (PP). Além dele, Acélio Casagrande (PMDB), que concorreu em dupla com o atual prefeito revelou a vontade de tê-la em uma possível chapa. “Não me arrependo de nada que fiz. Entrei que corpo e alma e aprendi muito ao andar pela cidade e ouvir os criciumenses. Foi um tempo de muito contato com as pessoas e de debates com diversas instituições”, fala.

Após a desistência, o PSD optou por apoiar o então candidato, agora prefeito eleito, Clésio Salvaro (PSDB), por outro lado, Tati Teixeira preferiu ficar neutra. “Eu gostaria de ter ido até o final por consideração aos eleitores, mas esta etapa está superada”, comenta.

Gabinete itinerante

Tati Teixeira - Camila Marini (9)-min
Foto: Camila Marini/DN Sul

Um dos projetos colocados em prática por Tati Teixeira é o Gabinete Itinerante. “Estamos perto de realizar o 100º gabinete”, comenta.

A vereadora também acumula a função de presidente da Escola do Legislativo, onde diversas ações são realizadas. “Entregamos cartilhas nas escolas e também conversamos com os jovens sobre o trabalho dos gestores públicos com o intuito de criar consciências cidadãs”, enfatiza.

Recentemente Tati também teve o Projeto de Lei (PL) que criação de um Comitê permanente para o combate a Mortalidade Materna e Infantojuvenil em Criciúma. Antes existia um decreto que tratava do assunto, porém com a Lei, a ideia é dar mais força e segurança ao Comitê, que passa a ser deliberativo e tem ampliada a participação de entidades representativas.

Futuro

Por enquanto, a vereadora prefere não pensar em seu futuro político. “A carreira política deve ser construída. Por enquanto vou focar no mandato de vereadora e depois contribuir com a cidade com o que estiver ao meu alcance”, pontua.

Na atual legislatura, Tati foi presidente da Câmara por um ano, assumindo a Prefeitura como prefeita interina.

 

 

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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