Situação do HMISC pode parar no MP

Foto: Camila Marini/DN
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Marciano Bortolin

Criciúma

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A situação do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC) poderá ser levada ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A intenção é da Subcomissão do Direito Médico e de Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção Criciúma.

A iniciativa surgiu do presidente da subcomissão, Eduardo Alamini. Ele destaca que pro ser advogado do sindicato dos médicos acompanha todo o imbróglio que envolve a instituição há tempos. “Vejo pelo lado dos profissionais e também pela parte da comunidade que precisa dos atendimentos”, destaca.

Além da Subcomissão do Direito Médico e de Saúde, Alamini revela que a Subsomissão dos Direitos Humanos também deve fazer parte da ação. “Outras comissões da OAB Criciúma também deverão aderir”, fala.

A intenção, conforme o advogado é solicitar atitudes por parte do Ministério Público para que a situação se resolva. “Iremos marcar uma audiência onde vamos expor todos os problemas”, diz.

Antes disso, os advogados pretendem ouvir a diretoria do Instituto de Saúde e Educação Vida (Isev). “Precisamos ouvir os dois lados”, pontua.

Alamini ressalta que a situação não pode ficar como está. “Recebi diversos áudios de pais lamentando a situação do Materno Infantil Santa Catarina”, relata.

Na quinta-feira, encontro entre Isev e Administração Municipal definiu por manter as portas do Pronto Socorro da unidade hospitalar fechada até dezembro deste ano, funcionando apenas urgência, emergência e Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Já na sexta-feira, o Secretário Municipal de Saúde, Vitor Benincá apresentou o Plano de Atendimento Pediátrico. A partir de domingo, 30, os pais passam a levar as crianças nos postos 24h da cidade. Somente serão aceitos no HMISC pacientes referenciados.

 

 

 

 

 

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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