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Criciúma

Jéssica Pereira

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A manhã foi de reivindicação pela saúde em Criciúma. Representantes de sindicatos, funcionários do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC) e pessoas da comunidade estiveram reunidos na Praça Nereu Ramos para reivindicar melhores condições de trabalho e também para lutar pela continuidade dos serviços da instituição de saúde.

De acordo com o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Criciúma, Julio Zavadil, não são só as crianças que adoecem. “Nós temos que ter a consciência que os funcionários também acabam adoecendo com toda esta situação. Trabalham demais e ganham de menos”, explica.

Para o presidente do Sindisaúde, Cleber Cândido, o HMISC é o único hospital infantil da região e está nas mãos de pessoas que não demonstram interesse com a cidade. “Estamos na luta pelo trabalhador e também para garantir a continuidade dos serviços”, garante Cleber.

Participação das mães

Várias crianças também estiveram na mobilização acompanhadas das mães. “Todo esse empenho é muito importante. O Hospital Santa Catarina é o único com atendimento exclusivamente infantil e se fechar, como vão ficar as nossas crianças? Eu tenho três filhos em idade de precisar de atendimentos lá, um de 4 anos, um de seis anos e outro de nove. Não temos condição de pagar um plano de saúde para todos. Se acontecer do hospital fechar as portas ou atender somente as urgência e emergências, como nós iremos ficar?”, comenta a criciumense Raquel Waltrick.

Após os discursos dos representantes de diversas entidades, uma passeata foi realizada na Praça Nereu Ramos.

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Por: Jéssica Pereira
Em: Criciúma

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