Mais de cinco mil alunos participam de projeto que alerta sobre DST’s

Consciência na Adolescência uniu as Secretarias Municipais de Saúde e Educação de Criciúma para levar prevenção até as escolas

Foto: Émerson Justo
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Prevenção é o melhor caminho para evitar qualquer tipo de doença, inclusive as sexualmente transmissíveis e, para alertar adolescentes sobre o assunto, a Prefeitura de Criciúma, via Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Educação, reativou este ano o Projeto Consciência na Adolescência. A ação tem como objetivo diminuir os índices de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s) e de gravidez durante a juventude através de trabalhos nas escolas da rede municipal de ensino. O projeto encerrou nesta quarta-feira (30) com o número de mais de cinco mil participantes.

O foco são alunos do 6° ao 9° ano. “Em 2015 foram registrados mais de 40 casos de HIV em Criciúma entre pessoas de 15 a 29 anos. Com isso, vimos a necessidade de ativar o programa novamente. Muitos jovens têm vergonha de conversar com adultos sobre sexo e acabam não recebendo a orientação necessária e não se prevenindo corretamente. O programa seleciona lideranças nas escolas que possuem influência sobre outros alunos para tratar desse assunto, pois quando a conversa é entre dois jovens fica mais fácil a compreensão”, explica a coordenadora do projeto na área da saúde, Andréia Sharon Salomão.

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Participaram 17 escolas de bairros diferentes, com dois Alunos Multiplicadores em cada. “São realizados encontros mensais para tirar as dúvidas e ver os resultados obtidos. Antes do projeto começar, os professores foram preparados para auxiliar esses alunos também. Os assuntos tratadas distinguem em cada escola, pois vai de acordo com a realidade do local”, relata a coordenadora do projeto na área da educação, Aliciane Madalena Fogaça Albino. “Os Alunos Multiplicadores têm autonomia para realizar as discussões da sua maneira, uns fazem rodas de conversa, outros gincana, mas os diálogos não ficam somente na questão da sexualidade, acabam envolvendo também outros assuntos como preconceito, violência e segurança”, completa Andréia.

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Por: Jéssica Pereira
Em: Criciúma

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