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Há exatos 20 dias, o Tigre era atropelado pelo Avaí no clássico e se aproximava da zona de rebaixamento para a Série C. Porém, o time foi do “inferno ao céu” e, após três vitórias consecutivas tem outro objetivo: a vaga na Série A do próximo ano. O desafio de hoje é contra o Bahia, às 19h15, na Arena Fonte Nova. O time baiano tem a mesma pontuação do Criciúma, só leva vantagem no saldo de gols (13 contra 4). Uma vitória pode deixar o Tricolor Carvoeiro no G4 da competição – dependendo de resultados combinados. “Claro que a dificuldade da Série B é muito grande. Muitas equipes estão empatando em casa e tendo dificuldade. Nós temos esse confronto direto com o Bahia que é uma equipe que investiu muito para a competição e a gente conseguiu encostar. O Bahia estava bem próximo da zona do rebaixamento e começou uma evolução. Então, agora é um jogo decisivo. Se não tivermos o resultado positivo, o sonho não acaba. Nós temos que ir lá buscar pontos porque temos duas partidas fora. Será um jogo totalmente diferente porque os dois estão com a mesma pontuação e quem passar à frente vai ter uma gordurinha a mais para chegar perto do G4”, disse o goleiro Luiz, ontem, antes da viagem à capital baiana.

O capitão tricolor espera somar pontos hoje contra o Tricolor de Aço e na terça-feira, em Minas Gerais, contra o Tupi. “Não podemos deixar escapar essa chance. Claro que a dificuldade em jogar contra o Bahia lá é muito grande, mas a gente vai com o intuito de somar pontos nas duas partidas, para voltar e ter a casa cheia novamente. O Bahia é um adversário direto e ganhando a gente passa e deixa um concorrente a mais pra trás”, destacou o goleiro.

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Voltando de suspensão, após levar o terceiro cartão amarelo contra o Brasil de Pelotas, Luiz disse que não vê problema em ser capitão e continuará cobrando a arbitragem durante as partidas. “Eu fui capitão no São Caetano durante cinco anos. Eu acho que, hoje em dia, mudou bastante. Nem mesmo o capitão de linha pode falar com o árbitro. Então, às vezes, você tendo liberdade e educação, consegue conversar com eles, mas a grande maioria não aceita isso. Quando você questiona alguma situação dentro da partida, ele não vai aceitar e vai acabar dando cartão pra mim ou qualquer outra pessoa. Mas você tem que cobrar, não pode aceitar tudo o que eles fazem. As vezes eles não entendem a cobrança. Eu sempre falo com educação, mas a gente sabe que a arbitragem precisa melhorar bastante e não é de hoje. Eles precisam analisar mais as partidas e não entrar na emoção da torcida. A gente acaba vendo isso. Nós provamos isso contra o Brasil, em Pelotas, com um jogo muito duro, faltas muito fortes, entradas violentas. Então, tem coisas que a gente não pode aceitar porque acaba machucando um companheiro de profissão”, explicou Luiz.

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Por: Tiago Monte

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