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Técnico fala sobre a participação em grande número nas arquibancadas, contra o lanterna: “torcida de time grande”

O técnico Roberto Cavalo agradeceu à presença dos 7.434 torcedores que estiveram no Majestoso para a partida contra o Sampaio Corrêa. Ele destacou o benefício de ter o estádio cheio ao lado. “Já tivemos vários problemas, altos e baixos na competição, então, eu quero fazer um agradecimento à mobilização da torcida – que esteve presente e em momento algum vaiou. Isso mostra aquilo que eu falo: a torcida do Criciúma é de time grande, igual a de Corinthians, Flamengo, entre outros. No meu entender, tivemos o apoio, a confiança e os jogadores se sentiram bem”, disse.

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Cavalo destaca que a sequência do campeonato não será fácil e cobrou empenho e respeito dos jogadores com os maranhenses. “A gente sabe que a sequência dessas 11 partidas que faltam não vai ser fácil. Por mais que o Sampaio seja o lanterna, temos que ter respeito e isso eu cobrei muito dos jogadores. Não pode faltar empenho, como não faltou. Talvez um ou outro jogador poderia estar em um melhor momento naquela hora decisiva, mas eu parabenizei a todos porque é normal, em um dia, um não estar muito bem, mas o outro se superou”, explicou.

A saída de Douglas Dodi preocupou o comandante. Ele explicou a entrada de Thiago Humberto ao invés de Ricardinho. “Se eu coloco o Ricardo, eu ganho realmente um jogador defensivo. Naquele momento, por nós tentarmos equilibrar mais o jogo com o Thiago, como foi contra o Brasil, a qualidade e segurar a bola na frente nos daria mais tranquilidade naquele momento do jogo. O Ricardinho está mais no ritmo para um jogo acelerado como foi em Pelotas e hoje o Sampaio estava aceitando o nosso jogo. Então, coloquei o Thiago para acionar mais o Roberto e tentar as jogadas para o Bruno. O Douglas é diferenciado e faz muita falta. Me cortou o coração quando vi ele de muletas no vestiário, uma cena ruim. Se ele não puder atuar, será uma grande perda”, enfatizou.

A má atuação de Bruno Baio foi minimizada por Cavalo. “Ele sentiu um pouco e é normal pelo peso da camisa do Criciúma. Temos o exemplo do Gustavo que sofreu uma turbulência, mas deu a volta por cima e hoje está no Corinthians. Mas eu trabalho no dia a dia e sei que tem que preparar. Com a perda do Jheimy por alguns jogos, se acontecer, temos o Hélio Paraíba e o Bruno Baio. Então, vamos trabalhar e isso é normal: tem dias que dá tudo certo e outros não dá”, finalizou.

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Por: Tiago Monte

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