Avião trabalhava no limite da autonomia, afirma LaMia

Por volta das 3 horas desta quarta-feira, 30, no fuso horário de Brasília, o porta voz da companhia aérea LaMia, Mário Pacheco, atendeu a imprensa

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Medellín

Por volta das 3 horas desta quarta-feira, 30, no fuso horário de Brasília, o porta voz da companhia aérea LaMia, Mário Pacheco, atendeu a imprensa que buscava mais informações sobre a queda do avião que levava a delegação da Chapecoense à Colômbia. Aos jornalistas, ele admitiu que a aeronave trabalhava no limite da autonomia, que é de 3 mil quilômetros, distância entre a Bolívia a Medellín. Contudo, Pacheco afirmou, era possível elevar a autonomia, dependendo do plano de voo.

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Ele também falou que meteorologia pode ter contribuído para o acidente. Entretanto, agora, espera o resultado das perícias a serem realizadas na aeronave e a análise das caixas pretas encontradas entre os destroços.

Os corpos das 71 vítimas da tragédia estão no Instituto de Medicina Legal (IML) de Medellín. Um grupo de médicos da Chapecoense embarcou para a Colômbia a fim de identificar os corpos, que deverão ser liberados ao longo desta quinta-feira (1º).

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Em: Medellín

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