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Marciano Bortolin

Criciúma

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Após entrar com ação na Justiça questionamento o rompimento de contrato por parte da Tractebel, os mineiros da Cooperminas realizaram manifestação em frente à Justiça Federal em Criciúma na tarde desta terça-feira, 19. Após a mobilização, eles agendaram reunião com o Juiz Paulo Aveline para às 15h desta quarta-feira.

Os trabalhadores questionam a quebra do contrato no dia 31 de dezembro do ano passado. Devido a isso, a cooperativa deixou de receber R$ 4 milhões por mês, o que, segundo presidente Ricardo Luz de Souza, está prejudicando a instituição. “Estamos com dois meses de salário atrasados, além de dever para alguns fornecedores”, fala.

Com dois compradores fixos atualmente, a Cooperminas produz de sete a oito mil toneladas por mês, devido aos problemas enfrentados. “Somente o contrato com a Tractebel previa a venda de 18 mil toneladas, o que resolveria a nossa situação”, ressalta.

Cooperminas possui 600 trabalhadores. Foto: Camila Marini
Cooperminas possui 600 trabalhadores. Foto: Camila Marini

A cooperativa possui hoje 600 trabalhadores e uma ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) a proíbe de demitir. “Queremos pelo menos uma explicação já que em outras oportunidades o contrato foi renovado. A situação é a mesma de anos anteriores. Tentamos agendar encontros com eles, mas nunca fomos recebidos”, completa.

O assessor jurídico da Cooperminas Chalton Schneider também destaca os problemas. “A decisão da Tractebel tem prejudicado a cooperativa que já está com o fornecimento de água cortado e pode ficar sem energia na próxima semana”, diz.

 

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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